Quando minha filha se foi, o mundo se abriu aos meus pés, um abismo profundo se fez em minha vida. Até que um dia surge um fio de esperança onde iria dar-me todo amparo, fortaleza, conforto, força e motivo para seguir os desafios da vida. Falo de um anjo que Deus me confiou, dia 19 de novembro de 1997 nasce o Gabriel, lindo, perfeito, maravilhoso, amado e desejado por toda a família.
Ele era muito bravo, chorão e enjoado; quando bebê apenas eu, meu marido e minha Irmã Eliane (babá) tocávamos nele. Tinha muitos probleminhas de saúde: extremamente alérgico, intolerante ao leite de vaca e a várias alimentações, refluxos constantes, inflamação da adenóide com histórico para cirurgia, otite aguda, sentia vertigem quando via água corrente, e por ai vai. Com isso, foi praticamente impossível evitar que o nosso reizinho visitasse a tantos hospitais, médicos, clínicas, laboratórios, vacinas e etc, fato esse que o deixou traumatizado. Nas visitas de rotina ao pediatra já se ouvia os gritos dele a quilômetros, imagina quando não raro necessitava internação.
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